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Ao dar a luz a uma menina, a escrava fugitiva Luena (Nayara Justino)
frustra-se ao notar a pele mais clara da filha, fruto da violência que
sofrera durante a travessia do oceano. E os mesmos homens que invadiram
sua tribo na África, comandados pelo vilão Osório (Jayme Periard),
retornam para buscar a “mercadoria” que haviam perdido. Luena morre
ao dar à luz, mas consegue entregar o bebê ao menino Sapião (Sidney
Santiago), que foge desesperadamente. Ele é acolhido numa grande fazenda
açucareira e a menina, que ganha o nome de Juliana, é criada com Teresa
(Roberta Gualda) e Maria Isabel (Thais Fersoza), filhas do coronel
Custódio (Antônio Petrin) e dona Beatrice Avelar (Bete Coelho).

Em 1808, ano em que a corte portuguesa se transfere para o Brasil,
Juliana completa 18 anos e fica conhecendo a verdade sobre seu passado,
revelado por Tia Joaquina (Zezé Motta). Grande amiga da sinhá Teresa, de
quem sempre fora mucama, Juliana fica completamente perdida ao saber que
era fruto de uma violência. Jura a si mesma que jamais deixaria um homem
branco tocá-la. E é num momento de desespero que ela conhece o jovem
português Miguel (Pedro Carvalho), um viajante em busca de trabalho na
Vila de São Salvador e de respostas para um grande mistério que envolve
a morte de seus pais. Ele será o grande amor de Juliana, mas também
despertará o interesse de Maria Isabel, que nunca se conformara com o
tratamento diferenciado que a escrava recebia de seus pais. Contando com
a fiel e sarcástica mucama Esméria (Lidy Lisboa), Maria Isabel não mede
esforços para prejudicar Juliana, jamais aceitando ser afrontada por uma
escrava.

Como se não bastasse a perseguição da sinhá, Juliana também enfrenta um
obstáculo muito poderoso, o Comendador Almeida (Fernando Pavão). Ao
casar com Teresa por um arranjo que tiraria sua família da ruína
financeira, Almeida se torna o novo senhor e reacende uma rivalidade
histórica com a família do coronel Quintiliano Gomes (Luiz Guilherme),
dono da fazenda vizinha. Guilherme (Roger Gobeth), filho deste poderoso
senhor, correspondia-se às escondidas com Teresa, que também o amava,
apesar da inimizade entre seus pais. O casamento de Teresa e Almeida
marca o reinício de uma guerra entre as famílias mais poderosas da
região e uma fase terrível na vida de Juliana, pois seu novo senhor fica
completamente obcecado por ela.

Já a pensão Jardineira, taverna liderada por Rosalinda (Luiza Tomé), é o
ponto de encontro dos homens do lugar. Por conta disso, um assunto
recorrente é a histórica rivalidade entre Rosalinda e dona Urraca
Almeida (Jussara Freire), mãe do comendador. Urraca sempre se nomeara a
defensora da tradição e dos bons costumes, criticando abertamente o
comportamento da inimiga e suas florzinhas, Dália (Manuela Duarte),
Petúnia (Robertha Portella) e Violeta (Débora Gomes), que vivem com ela
na taverna.

A guerra entre as duas geralmente é aplacada pelo capitão Loreto (Junno
Andrade), chefe da guarda e responsável por manter a ordem na colônia.
Num período em que a circulação de informações e novas ideias poderiam
representar uma ameaça à Coroa, quem também se torna um problema para o
capitão é o professor Átila (Léo Rosa). Determinado a criar um jornal na
vila e espalhar suas ideias abolicionistas, o escritor desperta o
interesse de muitos jovens, como a sinhazinha Filipa (Milena Toscano),
filha de Quintiliano Gomes. Não satisfeita com a realidade das mulheres
da época, ela está à frente de seu tempo e não se conforma com o
tratamento dado aos escravos. Lutará pela igualdade e tomará para si a
missão de descobrir um mistério que rondava a morte de sua mãe.

Juntos, Juliana e Miguel viverão uma intensa e movimentada história de
amor, enfrentando inimigos poderosos e obstáculos aparentemente
intransponíveis, como o preconceito de uma época que vive à sombra da
escravidão.

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Novelas

Ao dar a luz a uma menina, a escrava fugitiva Luena (Nayara Justino)
frustra-se ao notar a pele mais clara da filha, fruto da violência que
sofrera durante a travessia do oceano. E os mesmos homens que invadiram
sua tribo na África, comandados pelo vilão Osório (Jayme Periard),
retornam para buscar a “mercadoria” que haviam perdido. Luena morre
ao dar à luz, mas consegue entregar o bebê ao menino Sapião (Sidney
Santiago), que foge desesperadamente. Ele é acolhido numa grande fazenda
açucareira e a menina, que ganha o nome de Juliana, é criada com Teresa
(Roberta Gualda) e Maria Isabel (Thais Fersoza), filhas do coronel
Custódio (Antônio Petrin) e dona Beatrice Avelar (Bete Coelho).

Em 1808, ano em que a corte portuguesa se transfere para o Brasil,
Juliana completa 18 anos e fica conhecendo a verdade sobre seu passado,
revelado por Tia Joaquina (Zezé Motta). Grande amiga da sinhá Teresa, de
quem sempre fora mucama, Juliana fica completamente perdida ao saber que
era fruto de uma violência. Jura a si mesma que jamais deixaria um homem
branco tocá-la. E é num momento de desespero que ela conhece o jovem
português Miguel (Pedro Carvalho), um viajante em busca de trabalho na
Vila de São Salvador e de respostas para um grande mistério que envolve
a morte de seus pais. Ele será o grande amor de Juliana, mas também
despertará o interesse de Maria Isabel, que nunca se conformara com o
tratamento diferenciado que a escrava recebia de seus pais. Contando com
a fiel e sarcástica mucama Esméria (Lidy Lisboa), Maria Isabel não mede
esforços para prejudicar Juliana, jamais aceitando ser afrontada por uma
escrava.

Como se não bastasse a perseguição da sinhá, Juliana também enfrenta um
obstáculo muito poderoso, o Comendador Almeida (Fernando Pavão). Ao
casar com Teresa por um arranjo que tiraria sua família da ruína
financeira, Almeida se torna o novo senhor e reacende uma rivalidade
histórica com a família do coronel Quintiliano Gomes (Luiz Guilherme),
dono da fazenda vizinha. Guilherme (Roger Gobeth), filho deste poderoso
senhor, correspondia-se às escondidas com Teresa, que também o amava,
apesar da inimizade entre seus pais. O casamento de Teresa e Almeida
marca o reinício de uma guerra entre as famílias mais poderosas da
região e uma fase terrível na vida de Juliana, pois seu novo senhor fica
completamente obcecado por ela.

Já a pensão Jardineira, taverna liderada por Rosalinda (Luiza Tomé), é o
ponto de encontro dos homens do lugar. Por conta disso, um assunto
recorrente é a histórica rivalidade entre Rosalinda e dona Urraca
Almeida (Jussara Freire), mãe do comendador. Urraca sempre se nomeara a
defensora da tradição e dos bons costumes, criticando abertamente o
comportamento da inimiga e suas florzinhas, Dália (Manuela Duarte),
Petúnia (Robertha Portella) e Violeta (Débora Gomes), que vivem com ela
na taverna.

A guerra entre as duas geralmente é aplacada pelo capitão Loreto (Junno
Andrade), chefe da guarda e responsável por manter a ordem na colônia.
Num período em que a circulação de informações e novas ideias poderiam
representar uma ameaça à Coroa, quem também se torna um problema para o
capitão é o professor Átila (Léo Rosa). Determinado a criar um jornal na
vila e espalhar suas ideias abolicionistas, o escritor desperta o
interesse de muitos jovens, como a sinhazinha Filipa (Milena Toscano),
filha de Quintiliano Gomes. Não satisfeita com a realidade das mulheres
da época, ela está à frente de seu tempo e não se conforma com o
tratamento dado aos escravos. Lutará pela igualdade e tomará para si a
missão de descobrir um mistério que rondava a morte de sua mãe.

Juntos, Juliana e Miguel viverão uma intensa e movimentada história de
amor, enfrentando inimigos poderosos e obstáculos aparentemente
intransponíveis, como o preconceito de uma época que vive à sombra da
escravidão.

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