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Éramos Seis (1994)

Novela completa.

Dona Lola, é mãe dedicada de quatro filhos (Carlos, Alfredo, Isabel e Julinho), com personalidades bem distintas entre si, e esposa de Júlio, um homem austero…

O cotidiano da vida de Dona Lola, ao lado do marido Júlio e dos quatro filhos (Carlos, Alfredo, Isabel e Julinho) desde quando estes eram pequenos até a idade adulta, quando Dona Lola termina seus dias sozinha numa casa para idosos.

A história transcorre todos os fatos marcantes de sua vida: a dura luta para criar os filhos; a morte do marido; a morte de Carlos, o filho mais velho, vítima na Revolução de 1932; os problemas com Alfredo, metido com movimentos políticos e badernas; a união precoce de Isabel com um homem bem mais velho e casado; o casamento de Julinho com uma moça da sociedade que culmina com a ida de Dona Lola para um asilo.

Entre tanto sofrimento, alguns momentos leves, como a amizade de Lola com a vizinha Genu, casada com Virgulino, e os passeios à casa de sua mãe, Dona Maria, no interior, onde moram suas duas irmãs, Clotilde e Olga, e sua tia doente, Candoca. A espevitada Olga, se casa com o farmacêutico Zeca e juntos dão início a uma grande prole. Clotilde se apaixona por Almeida, um amigo de Júlio, mas não consegue romper com os padrões morais da sociedade quando tem de decidir no morar com ele que é desquitado/divorciado.

A História apresenta algumas diferenças em relação ao livro de onde foi adaptada. Pelo critério da produção e direção foram inclusos alguns personagem inexistentes como o marido e o filho de Dona Genú (que no livro era viúva e tinha 2 filhas e 1 genro), a namorada de Carlos que não existia, Sr. Almeida não é citado no livro e muito menos namora a irmã de Lola, Clotilde (essa personagem é sempre solteira) e o vendeiro Seu Alonso e sua esposa que também não eram personagens do Livro. As filhas de Tia Emilia eram bem mais velhas e uma delas morre no início do livro.

A ordem em que as coisas acontecem também teve alteração na adaptação para a TV. No livro o filho mais velho, Carlos, morre no fim da história da mesma doença do pai (úlcera) e nada tem a ver com a versão apresentada em que ele morre vitimado por um tiro na Revolução de 32 quase no começo da história. Não há o namoro de Julinho e de Isabel com seus vizinhos nem o de Carlos com Carmecita (personagem inventada). A Revolução mostrada na novela em que Alfredo e Lúcio lutam na verdade foi vivida no livro pelo personagem Carlos, e Alfredo após esta fase já tinha fugido de casa para se alistar na Marinha Norte-Americana. A mãe de Lola morre bem antes de Júlio, a personagem Tia Candoca quase não existe e Tia Emilia não tem a proximidade mostrada na versão televisiva.